Crescimento do setor Têxtil no Brasil exige novos profissionais

Depois de vários meses de crise, o setor têxtil tem um grande sinal de recuperação em 2017. À Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) informou que só este ano o setor avançou muito na geração de empresas, com um saldo positivo de 16.000 postos de trabalhos isso no primeiro semestre do ano.

Com o mercado crescendo, cresce também o número de profissionais e para um bom profissional ter seu destaque é preciso ater-se as novas exigências.

Segundo (Romildo de Paula Leite) publicação em 7 dezembro 2017) “As empresas saem mais produtivas após uma crise. Isso exige dos que ingressarão no mercado de trabalho uma capacidade de entrega maior do que em momentos anteriores”, afirma Fernando Pimentel, presidente da Abit.

O mesmo também comentou que de acordo com estudos do SENAI CETIQT e da Abit, o aumento da utilização de novos materiais, processos, canais comerciais e técnicas de gestão e a hibridização de produtos e serviços levarão a uma transformação na estrutura industrial do setor. Da mesma forma, tecnologias inovadoras de produção e interfaces entre os consumidores e sistemas de produção deverão estimular o desenvolvimento de novos modelos de negócio. “Nesse sentido, os profissionais precisam ter uma visão sistêmica do processo de criação, produção e comunicação, com uso de tecnologias de virtualização do desenvolvimento e fabricação. As soluções e redes orientadas pela informação e comunicação entre produtores, fornecedores e consumidores é o que garante agilidade, personalização e maior sustentabilidade ao processo”, explica Marcelo Ramos, assessor da diretoria executiva do SENAI CETIQT.

 

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